Alberto Afonso Landa Camargo
Morre-se um pouco a cada instante,
Morte lenta desde o abrir dos olhos pela vez primeira.
Tortura silenciosa de que não nos damos conta...
Um tempo que se esconde
Para um dia ter fim.
Poemas de amor, de saudade, dores, alegrias... vidas que se cruzam ou se afastam... mãos que se entrelaçam, mãos que acenam... partida... adeus... reencontro...