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sábado, 30 de julho de 2016

ILUSÃO E TEMPO


Alberto Afonso Landa Camargo

Debruçado no parapeito do tempo,
Olhos perdidos na rua
Onde passam as saudades
No burburinho das ilusões
Que um dia foram sonhos
Sonhados pelo menino...

Ficou no tempo a rua de terra
Que os olhos não veem mais,
Saudades e ilusões desfeitas
São redivivas nos sonhos
Do menino que não existe mais...

4 comentários:

  1. Há que existir, sonhos, saudade, para que as lembranças perpetuem-se!
    Linda sua poesia!
    Nadir

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  2. Lembranças do passado e de nosso interior. Parabéns por nós proporcionar belas recordações.

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  3. Lembranças do passado e de nosso interior. Parabéns por nós proporcionar belas recordações.

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